Notícias Sobre o Lixo Eletrônico

  • Tóquio-2020 convidou, nesta quarta-feira, a população japonesa a dar ao Comitê Organizador dos Jogos dispositivos eletrônicos antigos ou que seriam descartados. A ideia consiste em utilizar metais para a produção das medalhas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

    O projeto ressalta o comprometimento de Tóquio-2020 em engajar toda a população japonesa e oferecer oportunidade para a população participar da preparação. A ideia também remete à Recomendação 4 da Agenda Olímpica, que diz que a sustentabilidade deve estar integrada a todos os aspectos de planejamento e execução de uma edição dos Jogos.

    O Comitê Organizador visa coletar pelo menos oito toneladas de metal, sendo 40kg de ouro, 4.920kg de prata e 2.944kg de bronze. Após o processo de produção, se transformarão em duas toneladas, o montante necessário para produzir as 5.000 medalhas.

    Duas empresas foram selecionadas como parceiras nesta iniciativa: A NTT DOCOMO e a Japan Environmental Sanitation Center (JESC). A partir de abril, caixas para coleta serão instaladas em mais de 2.400 lojas da NTT DOCOMO, além de um número ainda não definido de outros espaços públicos. A coleta será encerrada quando a meta de 8 toneladas for atingida.

    - Atletas paralímpicos trabalham duro todos os dias para alcançar o pódio. Pudemos conquistar nossas medalhas com o suporte de muitas pessoas. Eu acredito que a medalha alimente esperança e sonhos nas pessoas e no futuro do esporte paralímpico - disse Daisuke Ikezaki, medalhista de bronze do Japão no rúgbi em cadeira de rodas.

    Mais informações no site https://esportes.terra.com.br/lance/toquio-2020-tera-medalhas-feitas-de-lixo-eletronico,73de3227e3de1d4324261ac765d007cfp4daaihr.html

  • A partir desta quarta-feira, o Recife terá um ponto a mais para descarte seguro de equipamentos eletrônicos. O SoftexRecife lança uma campanha de conscientização ambiental e descarte correto do lixo eletrônico através de uma parceria com a Associação dos Trapeiros de Emaús. Para incentivar a destinação correta dos aparelhos, uma caixa coletora será instalada na entrada do Empresarial ITBC, no Recife Antigo.

    O espaço receberá equipamentos vindos de todo o polo de TIC. A proposta é facilitar o descarte de material usado, mas em bom estado, que possam ser aproveitados, evitando também seu descarte de forma imprópria na natureza. A caixa ficará instalada de forma permanente e será recolhida a cada quinze dias por um caminhão da ONG.

    O SoftexRecife já possui outras ações de valor sustentável, como a presença de um Telhado Verde na cobertura do Edifício ITBC e um bicicletário público instalado em frente ao prédio.

    Reuso e reaproveitamento – A Associação dos Trapeiros de Emaús está no Recife há vinte anos e trabalha com recolhimento de equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos usados, mas em bom estado, para reciclagem. As peças são aproveitadas para utilização em cursos promovidos por parceiros da ONG e também podem ser leiloadas através de bazares com preços simbólicos. Afora o ponto de doação montado no empresarial ITBC, as doações também podem ser feitas através de entrega física na sede da ONG, no bairro de Dois Unidos, ou através de ligação.

    Mais informações no site http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2017/01/31/interna_vidaurbana,686803/softex-lanca-campanha-de-conscientizacao-ambiental-e-descarte-correto.shtml

  • O governo do estado publicou, no mês de janeiro, uma lei de autoria do deputado Dilmar Dal’ Bosco (DEM) instituindo o Programa de Coleta Contínua de Resíduo Eletrônico em Mato Grosso.

    O modelo consiste em buscar parcerias com empresas privadas e prédios públicos estaduais e municipais para instalação de postos de coleta.

    Dal’ Bosco ressalta que a nova lei adota medidas para a conscientização do consumidor sobre os riscos à saúde e ao meio ambiente em virtude do descarte inadequado desses produtos. Compostos por substâncias como chumbo, mercúrio, cádmio e arsênio, quando descartados em lixo comum esses componentes tóxicos são liberados, podendo contaminar o solo e atingir os lençóis freáticos e, caso a água venha a ser utilizada na irrigação, criação de gado ou mesmo no abastecimento público, o homem pode ser afetado.

    “O lixo eletrônico cresce três vezes mais que o convencional, segundo a Organização das Nações Unidas. A maior parte desses resíduos não tem ainda destinação adequada. São um risco para o meio ambiente e estão associados a doenças graves como o câncer, distúrbios no sistema nervoso, problemas renais e pulmonares, podendo, inclusive, afetar o cérebro”, alertou Dilmar.

    O resíduo eletrônico coletado em Mato Grosso, de acordo com a normativa, deverá ser encaminhado às empresas habilitadas ao recolhimento e aos respectivos fabricantes ou importadores, em conformidade com o disposto na Resolução Conama.

    Além da retirada, o programa contará com a realização de campanhas de educação ambiental com veiculação de informações sobre a responsabilidade de destino do resíduo eletrônico pós-consumo e os riscos atinentes ao descarte inadequado, que serão oferecidos pelos parceiros privados.

    Mais informações no site http://matogrossomais.com.br/2017/02/01/estado-de-mt-tera-programa-de-coleta-continua-de-residuos-eletronico/

  • A Natal Reciclagem, por meio do seu técnico em gestão ambiental, certificou a Câmara de Dirigentes Lojistas de Caicó pela realização, durante o mês de outubro, da campanha de coleta de Lixo Eletrônico. O Ecoponto da Casa do Empresário recebeu 608 quilos de resíduos tecnológicos (classe I e II), compostos por equipamentos eletroeletrônicos pós-consumo.

    O lixo eletrônico receberá tratamento adequado, desde a logística de recebimento até a destinação final em conformidade com as legislações ambientais. “A ideia é realizar anualmente a campanha de coleta de resíduos eletrônicos, cumprindo o compromisso socioambiental das entidades empresariais”, destacou Erick Gomes, presidente da CDL Caicó.

    Mais informações no site http://www.robsonpiresxerife.com/notas/cdl-caico-recebe-certificado-por-campanha-de-coleta-de-lixo-eletronico/

  • Entidades sociais, igrejas e organizações não governamentais de Campina Grande estão sendo beneficiadas com a doação de computadores “montados” pela Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia.

    Ao explicar a iniciativa, o secretário Cassiano Pascoal disse que o critério de escolha das instituições é o efetivo benefício social que cada computador vai proporcionar à coletividade, como sempre orientou o prefeito Romero.

    “Arrecadamos o lixo eletrônico através do Programa Recicla Campina. Parte do material é vendido no “peso”, sendo, em seguida, feitas doações do dinheiro arrecadado para instituições de caridade. Antes disso, contudo, é realizada uma triagem para se constatar o que ainda está em boas condições de uso, a exemplo de monitores, gabinetes e teclados. Todo este material é reorganizado e transformado em bons computadores”, acrescentou.

    De acordo com Cassiano, neste final de ano foram preparadas dez máquinas, as quais foram doadas a instituições sociais, como ONGs e igrejas. Foram contempladas, inicialmente, a Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Distrito de São José da Mata, ONG Nova Consciência, Igreja Metodista do Jardim América, Movimento Pela Vida e Associação dos Moradores do Conjunto Mariz.

    Como a demanda foi muito grande, o secretário espera que quem tenha lixo eletrônico doe este material à Secretaria de Ciência e Tecnologia, cuja meta é dar destinação correta para o que for lixo e reaproveitar os equipamentos que ainda estiverem em condições de uso.

    O presidente da Associação dos Moradores do Conjunto Mariz, José Dias de Albuquerque, além do presidente do Movimento pela Vida (MPV), Ricardo Santos, manifestaram sua gratidão pela iniciativa do governo municipal por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia.

    De acordo com Ricardo Santos, a iniciativa é de “grande importância para viabilizar o funcionamento de importantes instituições sociais de Campina Grande, que necessitam do apoio do poder público para que cumpram o seu papel de servir à sociedade, especialmente os mais carentes”.

    Mais informações no site http://paraibaonline.net.br/secretaria-de-ciencia-e-tecnologia-de-campina-doa-computadores-para-entidades/

  • Projeto voltado a coleta e destinação adequada de resíduos eletrônicos e que funcionava em sete escolas municipais de São Caetano deixou de existir. A ação, iniciada em junho de 2015, e que chegou a coletar mais de uma tonelada de materiais como pilhas, baterias, toners e cartuchos, esbarrou na falta de acordo entre o DAE (Departamento de Água e Esgoto) e a empresa responsável pelo recebimento dos itens, a Loop Logística Reversa.

    Idealizador da ação educativa, o educador Armando Pereira ressalta que o projeto teve início na Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio) Arquiteto Oscar Niemeyer, onde foram coletados mais de 860 quilos de lixo eletrônico nas três primeiras coletas. O processo é responsável pela geração de economia de 372 mil litros de água, além de evitar a emissão de cinco toneladas de gás carbônico para a atmosfera, explica o professor.

    De acordo com a iniciativa, as outras unidades de ensino participantes – EME (Escola Municipal de Ensino) Professor Vicente Bastos, Emef (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Bartolomeu Bueno da Silva, Ângelo Raphael Pellegrino, Rosalvito Cobra, Senador Fláquer e o Centro Digital – funcionavam como ponto de descarte de lixo eletrônico, abertas à comunidade diariamente. “As pessoas ainda não sabem o mal que o descarte incorreto desses produtos causa para o meio ambiente e para nós. Não gostaria que (a ação) tivesse acabado. Afinal, como a população vai fazer para descartar esse tipo de produto?”, questiona Pereira.

    A perda pedagógica também é destacada pelo professor. “Havia o envolvimento dos alunos. Nós (educadores) relacionávamos algum tema com a questão do lixo eletrônico e tinha seminário para apresentar, além de palestras”, disse.

    A derrocada do programa ambiental, até então realizado em caráter independente, teve início ainda no primeiro semestre, justamente quando a iniciativa ganhava adesão da comunidade. A ideia foi apresentada à Secretaria de Educação e houve interesse do DAE em ampliar o projeto, considerado “pequeno”, conforme Pereira. “A última resposta que tive deles (governo) é que o projeto era muito pequeno e que eles queriam algo maior”, afirmou.

    Já o DAE reconheceu, por meio de nota, que a ação começou a partir de acordo entre a empresa Loop Logística Reversa e as escolas, sem a participação da autarquia. No entanto, a parceria acabou, conforme o órgão municipal, porque a iniciativa privada tinha a intenção de cobrar montante da Prefeitura pelos resíduos coletados.

    A equipe do Diário contatou representante da Loop Logística Reversa, na época responsável pelo projeto. O profissional, que preferiu não ser identificado, confirmou a inviabilidade de ampliar a ação sem que houvesse contrapartida financeira por parte da Prefeitura, no entanto, destacou que foi ofertada opção de acordo a partir da exploração publicitária das caixas que coletariam os resíduos, o que foi negado pela administração.

    Para Pereira, fica a tristeza de ver trabalho ambiental sendo abandonado. O DAE, por sua vez, orienta que os munícipes realizem a chamada logística reversa, prevista em lei. A ação determina que os resíduos eletrônicos sejam devolvidos nos locais de compra.

    Mais informações no site http://www.dgabc.com.br/Noticia/2498580/s-caetano-abandona-coleta-de-lixo-eletronico-nas-escolas

  • Um iPhone incrustado com diamantes pode custar milhões de dólares. Mas se isso está bem além de seu poder aquisitivo, não fique aborrecido. Afinal, todo smartphone contém metais preciosos - entre eles ouro, prata e platina.

    E isso é mais do que um detalhe interessante sobre um aparelho que nunca deixamos de lado: metais preciosos estão mais em alta do que nunca diante do prospecto de que um dia eles ficarão caros demais para serem extraídos.

    Ou seja, seu smartphone está ganhando um valor inesperado. O que exatamente há neles?

    Os celulares modernos são pequenos depósitos de metais preciosos.

    Um iPhone, por exemplo, pode conter 0,034g de ouro, 0,34 de prata, 0.015 de paládio e menos de um miligrama de platina. E também contém metais mais mundanos, mas também significativos, como o alumínio (25g) e cobre (15g).

    E isso é apenas o começo: os smartphones contêm ainda uma série de elementos conhecidos como terras-raras (abundantes na crosta terrestre, mas de extração extremamente difícil e cara), como lantânio, térbio, neodímio, gadolínio e praseodímio.

    Isso sem falar no plástico, vidro, a bateria... É uma longa lista de ingredientes.

    Todos esses elementos estão presentes em quantidades relativamente pequenas. Só que mais de dois bilhões de pessoas têm smartphones hoje, e o número está projetado para aumentar.

    E a concentração de alguns elementos, como o ouro e a prata, são bem mais altas que na mesma quantidade de minério. Uma tonelada de iPhones pode render 300 vezes mais ouro e 6,5 vezes mais prata que uma tonelada de minério desses materiais, respectivamente.

    Mesmo o chamado e-lixo reciclado apresenta desafios: na Austrália, por exemplo, o processo ainda envolve fundições, que custam caro e não são benéficas em termos ambientais.

    O ideal é que parássemos de trocar de telefone mais rápido do que nossas roupas íntimas. Mas já que isso não parece muito viável do ponto de vista comercial, então é melhor encontrarmos outra solução.

    A cientista Veena Sahajwalla, da Universidade de New South Wales (Austrália), prega uma abordagem de pequena escala: vê um futuro em que microfábricas operem em comunidades para extrair o material de forma segura antes de incinerar os telefones.

    O processo seria bem automatizado, minimizando a necessidade de contato humano com os materiais mais perigosos dentro dos telefones: o aparelho é aberto usando correntes de alta-voltagem antes de um braço-robô buscar as placas de circuitos e colocá-las em uma fornalha que usa altas temperaturas para separar o material valioso dos tóxicos.

    As microfábricas têm o tamanho de um contêiner de navegação, o que pode dar início uma indústria de fundo de quintal para quem busca ouro em montanhas de lixo eletrônico.

    Mais informações no site http://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-38092622

  • O Lions Clube Capinzal/Ouro promoveu na tarde da última sexta-feira, dia 02, mais uma edição da Campanha de Recolhimento de Resíduos Tecnológicos. A ação realizada em parceria com as prefeituras de Capinzal e Ouro e Associação de Moradores do Loteamento Parizotto tem como objetivo tirar de circulação materiais tecnológicos sucateados ou em desuso.

    A entidade disponibilizou três pontos de coleta: na Praça Pedro Lélis da Rocha, em Capinzal, Praça Pio XII e no centro sócio-esportivo do Loteamento Parizotto. Todos os produtos arrecadados, aproximadamente 6 toneladas, foram enviados a uma empresa especializada que dará a destinação adequada.

    Nadilce Dambrós, coordenador da campanha, agradece a todos que estiveram envolvidos no trabalho e a comunidade que mais uma vez atendeu ao chamado da entidade.

    Mais informações no site http://www.radiocapinzal.com.br/noticias/campanha-do-lions-clube-arrecada-mais-de-6-toneladas-de-lixo-eletronico/3779

  • O lixo eletrônico recolhido durante a 9ª edição do Torneio Sul-Americano de Arremesso de Celular, no final de outubro, em Foz do Iguaçu (PR), será transformado em arte e vai ajudar na conscientização da população sobre o descarte correto do material.

    A ideia é compor um imenso painel formado por peças de telefones celular, televisores, rádios, placas de computadores, notebooks, impressoras, entre outros materiais.

    O outdoor de sucata eletrônica (de 9 x 3 metros) será montado nesta sexta-feira, às 9h, na Praça do Mitre, no centro da cidade. Inicialmente o painel ficará exposto no local durante dez dias.

    A iniciativa é da organização do Torneio de Arremesso de Celular, da Rede Outdoor (empresa que trabalha com mídia exterior), do Lyons Club e do Rotary Club, com apoio da Itaipu Binacional.

    De acordo com coordenador do Torneio de Arremesso de Celular, Gabriel Antônio de Campos Neto, da Divisão de Planejamento e Atividades Especiais de Itaipu, no último evento foram arrecadadas quase três toneladas de lixo eletrônico. Nas nove edições, o balanço indica 30 toneladas.

    Um dado, porém, chamou a atenção do organizador. Enquanto a arrecadação de alimentos para entidades assistenciais cresce todo ano, o número de resíduos eletrônicos recolhidos começou a cair (já foram dez toneladas nas primeiras edições). Isso demonstra, segundo ele, que a população deixou de guardar o lixo em casa ou jogar em locais inadequados, como fundos de vale.

    “O que nós queremos mostrar é que Foz do Iguaçu está fazendo a sua parte, recolhendo e promovendo o descarte correto do lixo eletrônico. E, principalmente, conscientizando a população sobre o problema para que possamos melhorar ainda mais”, disse Gabriel.

    Mais informações no site http://www.h2foz.com.br/pt/noticias/geral/praca-do-mitre-tera-outdoor-de-sucata-eletronica

  • A campanha de recolhimento do lixo eletrônico, realizada durante a quarta-feira, 23 a Praça Aládio Ferreira, em Giruá, com a parceria realizada com empresa Natusomos de Horizontina (RS), teve um resultado positivo, foram coletados mais de 6 mil itens de materiais e equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos. Destacando-se entre eles o grande número de itens de informática, televisores, aparelhos de som, celulares e baterias, DVDs, além de lâmpadas de todos os tipos, pilhas, máquinas de lavar, dentre uma série de outros itens. A iniciativa foi uma parceria entre o Governo Municipal de Giruá através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável.

    Durante a coleta, entidades como a APAE, as Escolas Municipais, as igrejas e o prefeito Fabiam Thomas realizaram suas contribuições para a destinação correta do lixo eletrônico, para exemplificar a necessidade de todos se engajarem na ação ambiental. De acordo com o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Ricardo Jurenick “Mais uma vez a população contribuiu para a destinação correta do lixo eletrônico e a cada vez que a campanha acontece a comunidade esta colaborando mais.”

    A Administração atual trabalha com variadas ações no cuidado com o meio ambiente, a exemplo da coleta seletiva, calendário de entulhos e licenciamento ambiental. As campanhas de recolhimento do lixo eletrônico vêm sendo intensificadas e realizadas duas vezes ao ano, pois atualmente a produção deste tipo de lixo é cada vez maior e os pequenos municípios não possuem locais apropriados para o destino final dos mesmos.

    Mais informações no site http://www.radioprogresso.com.br/noticia/26594/mais-6-mil-itens-sao-recolhidos-na-coleta-lixo-eletronico-em-girua

  • Atravessam o Oceano Pacífico e vão parar a território chinês. É em Hong Kong que se encontra grande parte do lixo eletrónico dos Estados Unidos. Computadores, televisores e material informático entram no país de forma ilegal.

    A conclusão é de um estudo elaborado pela Basel Action Network (BAN), uma organização não-governamental norte-americana focada na proteção do meio ambiente. Cerca de 20% dos resíduos eletrónicos podem acabar em Hong Kong, mais precisamente a uma região designada Novos Territórios.

    Para levar a cabo a investigação, a BAN colocou localizadores GPS em 205 peças eletrónicas deitadas ao lixo. Todas elas acabaram por ser exportadas, 66 das quais deixaram o país de forma ilegal. O estudo permite estimar que 43 contentores saiam dos EUA todos os dias.

    À Time, o fundador da BAN explicou que os recicladores lucram mais com a venda de resíduos eletrónicos do que com a sua transformação ou aproveitamento.

    Uma vez em Hong Kong, o destino de muito daquele material é a China continental, onde é feito o seu processamento.

    Mais informações no site https://www.noticiasaominuto.com/mundo/696230/e-aqui-que-vai-parar-a-maior-parte-do-lixo-eletronico-dos-eua

  • Com a produção em massa de novos computadores, televisores, impressoras e outros equipamentos, os antigos aparelhos começaram a ser substituídos e excluídos, provocando uma grande demanda de lixo eletrônico. Uma das soluções para o crescente problema está no projeto “Transformando sucata em tecnologia”, que permite aplicar uma possibilidade para a reciclagem desses materiais.

    O projeto, de autoria do artesão Roberto Wagner, e exposto no “Workshop de Engenharia”, realizado nesta sexta-feira, na Faculdade DeVry/Martha Falcão, no bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul, consiste na coleta de peças eletrônicas para a montagem de ventiladores e luminárias para a decoração de ambientes.

    Roberto conta que a atividade, que tem como elo o lixo eletrônico, tecnologia e sustentabilidade, teve início há dois anos. No projeto das luminárias são utilizadas mangueiras de led no interior das garrafas, que são coletadas nas ruas, bem como as peças de aparelho de som e TV, que servem como base para a “obra” de Wagner.

    Quanto ao projeto, batizado de “Tecnosferio”, um ventilador montado a partir de peças eletrônicas, o artesão conta que foi criado por ele sentir a necessidade de ter uma ventilador em seu ambiente de trabalho. Wagner diz que costuma expor seus produtos em feiras e que também produz as luminárias a partir das “peças da engrenagem de motor de carro, molas de suspensão, vinil e de peças de bicicleta”, comentou o artesão, que esteve no local a convite da faculdade para expor suas obras como referência para os alunos de engenharia da Martha Falcão|DeVry.

    Mais informações no site http://www.acritica.com/channels/manaus/news/estudantes-apresentam-projetos-que-reaproveitam-o-lixo-eletronico

  • O TRT-RS e o GISA (Grupo Interinstitucional de Cooperação Socioambiental) realizaram nesta sexta-feira (04/11) a entrega do lixo eletrônico coletado durante mais uma rodada da campanha de descarte seguro promovida trimestralmente pelo grupo. O total estimado nesta etapa foi de cerca de meia tonelada, dos quais 103 quilos vieram da Justiça do Trabalho. O material, coletado entre os dias 21 de outubro e 3 de novembro, foi entregue à cooperativa de reciclagem Paulo Freire.

    O lixo eletrônico arrecadado consiste em computadores, impressoras, monitores, celulares, scanners, teclados, entre outros. A cooperativa Paulo Freire, conveniada pela Prefeitura de Porto Alegre, faz a separação dos diferentes materiais antes de encaminhá-los para reciclagem ou reaproveitamento. A entidade garante a correta destinação final dos resíduos e a preservação do meio ambiente, empregando seis pessoas em situação de vulnerabilidade para oferecer uma oportunidade de renda e de reinserção social.

    Cabe destacar que a cooperativa Paulo Freire está autorizada a receber doações de entidades e de pessoas interessadas. Quem quiser levar materiais eletrônicos diretamente para descarte pode se dirigir à avenida Voluntários da Pátria, número 2.552. O local funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

    O GISA é formado por 16 entidades empenhadas em encontrar soluções conjuntas para temas de importância social e ambiental. Fazem parte do GISA, além do TRT-RS, o Ministério Público, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o Tribunal Regional Eleitoral, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o Tribunal de Contas do Estado, o Tribunal de Justiça Militar, a Ajuris, a Procuradoria-Geral do Estado, a OAB/RS, a Procuradoria Regional da República, o Ministério Público de Contas, o Ministério Público do Trabalho, o Tribunal de Contas da União, a Escola Superior da Magistratura e a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul.

    Mais informações no site http://www.trt4.jus.br/portal/portal/trt4/comunicacao/noticia/info/NoticiaWindow?action=2&destaque=false&cod=1399307

  • Desde 1997, a Campus Party proporciona um universo inovador e tecnológico, onde empreendedores se encontram com jovens geeks – quem possui interesse em assuntos científicos e tecnológicos. Desde a primeira edição, na Espanha, o evento encontrou um público tão entusiasmado que cresceu e se internacionalizou, passando a ter, a partir de 2008, edições no Brasil, Inglaterra, Alemanha, Colômbia, México Equador e El Salvador, e neste ano, também na Argentina, Índia e Singapura.

    Em Brasília, a primeira edição acontecerá somente no ano que vem, mas o evento contará com um “esquenta” neste sábado (5), das 14h às 22h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com entrada gratuita. Em uma programação que envolve grandes nomes do universo científico, educacional e tecnológico, a capital do Brasil será representada pelos sete estudantes do Sesi do Gama, que compõem a equipe Lego Field.

    Uma das propostas da Campus Day é desmistificar a tecnologia por meio de atividades lúdicas. Por isso, a equipe de competição do Torneio de Robótica – First Lego League, organizado pelo Sesi, irá apresentar uma mesa com um robô, mostrando os detalhes dos acessórios da máquina, seu processo de construção e seus objetivos. Os alunos também apresentarão um projeto de pesquisa.

    Segundo o coordenador e supervisor técnico da equipe, Atos Henrique Gonçalves, o processo de construção do robô foi, exclusivamente, feito pelos alunos: Gabriel Álex, Gabriel de Jesus, Lucas Aquino, Luís Gustavo de Souza, Maria Júlia Felix, Mayonnara Medeiros e Wallesca Maysa Pessoa. “Quem colocou a mão na massa foram os alunos. Eu, como supervisor, apenas orientei o que era para ser feito”, explica Atos.

    Mais informações no site http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/estudantes-representam-o-distrito-federal-na-campus-day/

  • Dentro da proposta de promover ações com o foco na Responsabilidade Ambiental a CDL Concórdia realizou no último sábado (05/11), na Rua Coberta mais uma edição do Programa Recicla CDL, criado pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL/SC) e desenvolvido pelas CDLs em todo o estado.

    Em Concórdia, com o objetivo de arrecadar aparelhos eletrônicos que não funcionam mais a campanha recolheu no período da manhã cinco toneladas de equipamentos. A empresa Alpha Lixo Digital de Joaçaba desmonta esses equipamentos, separando os componentes. De um aparelho de som de carro, por exemplo, são separadas as pelas de plástico, metal e vidro. Nada é desperdiçado.

    Desde 2011 a campanha em Concórdia já arrecadou cerca de 17 toneladas de lixo eletrônico. Segundo avaliação do presidente da entidade, Moacir Zat, essa foi a segunda edição do Recicla CDL em Concórdia neste ano e a maior em arrecadação de todas as edições. “Estamos satisfeitos com a participação da população em especial das empresas associadas que aderiram a ideia e nos ajudaram a superar a meta de coleta que era de 4 toneladas durante o sábado. Entendemos o perigo deste material para a preservação ambiental por isso apostamos no Programa”.

    Foram coletados monitores, teclados, placas de computadores, pilhas, baterias, televisores, rádios, celulares, entre outros. “A grande parte deste lixo infelizmente iria para o lixo comum o que é péssimo para o meio ambiente. Informamos várias empresas sobre a promoção do Recicla o que colaborou de forma significativa para o descarte do lixo eletrônico. O caminhão ficou lotado e superamos a nossa meta. Várias das empresas associadas aguardaram a campanha pois percebem os perigos do descarte incorreto”, avalia o gestor administrativo da entidade, Valmir da Costa.

    Para evitar que esse tipo de lixo seja depositado de forma irregular, a intenção da entidade é de promover anualmente duas edições da campanha, uma em cada semestre. O descarte indiscriminado de produtos eletrônicos causa graves problemas para o meio ambiente, pois consomem uma enorme quantidade de recursos naturais em sua produção. Estes materiais, quando jogados em aterros não controlados e “lixões”, podem contaminar o solo e atingir o lençol freático.

    Mais informações no site http://www.radiorural.com.br/noticias/22861-cdl-concordia-recolhe-cinco-toneladas-de-lixo-eletronico

  • Equipamentos de informática, telefonia, eletrodomésticos e eletrônicos podem ser descartados na coleta de lixo eletrônico que a prefeitura realizará nos dias 25 e 26 de novembro, no Ginásio Vila Urupês, em Campo Mourão.

    Os interessados devem levar os produtos na sexta-feira (25), das 8h às 17h, e no sábado (26), das 8h às 12h. A campanha é realizada duas vezes por ano pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (Seama), para diminuir a quantidade de lixo eletrônico produzido na cidade, que nem sempre tem o destino correto.

    Todos os equipamentos serão encaminhados para uma empresa especializada no descarte e reciclagem.

    Itens

    Entre os itens que podem ser descartados estão computadores, servidores, nobreaks, notebooks, impressoras, acessórios, celulares, aparelhos e centrais telefônicas, carregadores e acessórios.

    Também serão aceitos eletrodomésticos e produtos como fogão, micro-ondas, geladeiras, aparelhos de TV e som em geral. Quem tem equipamentos de escritório pode entregar máquina de escrever, calculadoras, furadores, estantes e outros materiais metálicos.

    Não serão coletados itens como televisores de tubos e monitores, impressoras, pilhas e lâmpadas fluorescentes. Mais informações pelo telefone (44) 3525 4449.

    Mais informações no site http://massanews.com/noticias/plantao/prefeitura-promove-coleta-de-lixo-eletronico-no-ginasio-vila-urupes-em-campo-mourao-ZbbbG.html

  • Está ocorrendo no mundo todo uma mudança de comportamento sobre o que se entende por lixo urbano e por resíduos industriais e agrícolas resultantes da produção de bens e alimentos.

    Resíduos industriais e agrícolas de alguns setores já são reciclados. Exemplos são as fábricas de pneus, que reaproveitam os pneus inservíveis como combustível alternativo para as cimenteiras ou o setor de sucata de ferro e aço, que recicla eficientemente esses produtos. No caso de resíduos agrícolas, estão sendo crescentemente usados para gerar energia e fertilizantes.

    Nos países desenvolvidos os tempos em que resíduos industriais eram depositados nos terrenos situados perto das fábricas são passado. Só para dar um exemplo, na Alemanha, em fins do século 19, havia mais de 80 mil áreas contaminadas por produtos resultantes da extraordinária expansão da indústria química alemã.

    Em São Paulo, levantamentos da Cetesb identificaram em 2015 cerca de cinco mil áreas contaminadas. Quando se trata de lixo urbano a situação é mais complicada, porque são milhões os produtores desse lixo, e um dos grandes problemas é recolhê-lo e processá-lo.

    Há setores em que isso está acontecendo porque o que se considerava "lixo" tem valor e é reciclado. Exemplos são a coleta de papel de grandes bancos e empresas ou a de latinhas de alumínio. Já se tornou economicamente viável recolher estes produtos e reciclá-los.

    Estamos chegando agora a um novo tipo, o lixo eletrônico constituído de produtos eletroeletrônicos descartados após o consumo (computadores, televisões, celulares, geladeiras etc).

    As quantidades desse "lixo" estão se tornando consideráveis: a China produziu 7,3 milhões de toneladas em 2012, e os Estados Unidos, 9,4 milhões –seis vezes mais do que o país asiático por habitante. Em média, são sete quilogramas por habitante do planeta ao ano, com estimativa de chegar a nove, em 2017.

    No Brasil a situação é a seguinte: em 2012 foram produzidos 1,4 milhão de toneladas, que correspondem a cerca de 2% dos 70 milhões de toneladas de lixo urbano produzido no país por ano.

    Não parece muito, mas a tendência é aumentar estes resíduos, que não se decompõem naturalmente, como é o caso dos produtos orgânicos do lixo urbano. Assim, com o passar do tempo, se acumulam, com risco de contaminação do solo, cursos d"água e lençóis freáticos.

    O problema é reciclá-lo, já que o lixo eletrônico é formado por vidro e muitos tipos de plásticos e metais, alguns com valor agregado, podendo ser reutilizados. Alguns equipamentos chegam a ter mais de 40 elementos, como cobre, ouro, prata, estanho, cobalto, paládio. Os processos de segregação dessa diferenciada gama de materiais ainda são caros e os custos com a logística para que os produtos eletroeletrônicos pós-consumo cheguem até os poucos locais que fazem a "desmanufatura" e a reciclagem são altíssimos.

    Mais informações no site http://noticias.uol.com.br/opiniao/coluna/2016/11/09/alto-custo-desestimula-reciclagem-de-lixo-eletronico.htm

  • Na próxima quarta-feira, 26 de outubro, a partir das 11h, a equipe do projeto descarte ON realiza a palestra “O resíduo que geramos precisa de uma destinação correta”, sobre a importância da logística reversa de resíduos eletroeletrônicos e da reciclagem em geral, na Faculdade Santa Marcelina (Rua Dr. Emílio Ribas, 89 – Perdizes).

    O descarte ON é um projeto inédito de logística reversa de resíduos eletroeletrônicos (REEE) resultado de parceria entre os governos do Japão e do Brasil, que tem a participação de varejistas, associações e empresas de reciclagem e será realizado até 31 de dezembro de 2016 no bairro da Lapa.

    Durante a palestra, Yuko Aoki, Perita da Equipe da JICA (Japan International Cooperation Agency), órgão do governo japonês responsável por implementar ações que apoiem o crescimento e a estabilidade socioeconômica de países em desenvolvimento, e Helena Terzella, Técnica da AMLURB (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), irão apresentar o projeto descarte ON a alunos, professores e convidados da instituição.

    Para apoiar na divulgação do projeto descarte ON, o Descartes, um simpático robô cujo corpo é composto por REEE, será apresentado aos participantes, além da distribuição dos folhetos para o público.

    O objetivo do descarte ON é sensibilizar o cidadão paulistano sobre a importância do descarte correto e da Logística Reversa do REEE, evitando prejuízos ao meio ambiente e à saúde humana, e utilizar os conhecimentos, dados e informações obtidos com a execução do projeto-piloto na criação do futuro sistema de reciclagem de REEE no Brasil, desde a coleta e o transporte, até a reciclagem e a destinação correta do resíduo.

    Na oportunidade, a especialista da AMLURB irá abordar também o projeto Retalho Fashion, realizado em parceria com o Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo) na região do Bom Retiro, em São Paulo (SP), onde há cerca de 1.200 confecções, que produzem 12 toneladas de resíduos têxteis por dia. O objetivo do projeto é formalizar o trabalho de catadores e reaproveitar os resíduos por meio de empresas recicladoras, evitando o descarte de forma desorganizada e sem preocupação ambiental.

    Sobre o projeto descarte ON A “Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos” promulgada em Agosto de 2010 determina a responsabilidade compartilhada pelo manejo de resíduos eletroeletrônicos (REEE), pela qual se prevê que o consumidor devolva os REEE por meio do comércio, para que a indústria e os importadores realizem um tratamento de maneira que diminua os prejuízos ambientais.

    O Brasil registrou um aumento drástico no volume gerado de REEE, fazendo com que a sua gestão adequada se tornasse uma questão urgente a ser resolvida.

    O descarte ON é um projeto-piloto implantado no bairro da Lapa. Ele foi criado para coletar, por intermédio das lojas participantes, os eletroeletrônicos descartados pelos consumidores e realizar o transporte a uma recicladora existente no Estado de São Paulo, levando ao seu processamento/reciclagem de maneira adequada.

    Mais informações no site http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,872004,Equipe_do_projeto_descarte_ON_realiza_palestra_sobre_destinacao_correta_de_residuos_na_Faculdade_Santa_Marcelina,872004,8.htm

  • A Comissão de Educação da Câmara Federal aprovou nesta quarta-feira (26), relatório do deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) que estabelece pontos de coleta de lixo eletrônico nas escolas. O parlamentar foi relator do PL 1732/2015 e apresentou uma nova redação ao Projeto, sugerindo que além de passar a recolher esse tipo de resíduo, as escolas também adotem um programa de educação sobre a coleta seletiva.

    “Tenta-se implantar em nosso país de um processo de coleta seletiva do lixo, algo que em outros países já acontece de maneira muito automática. Porém, isso não depende só do Estado. Precisamos acabar com essa visão de Estado paternalista, que vai resolver os problemas de todos sem a participação do cidadão. É preciso haver educação para que esse processo seja iniciado. Tudo funciona aonde a educação chegou primeiro”, defendeu.

    No seu texto inicial, o PL 1732/2015 do deputado Luciano Ducci, previa apenas que as escolas disponibilizassem pontos para a coleta de lixo eletrônico. Entretanto, como relator da matéria, o deputado Pedro Cunha Lima propôs que o projeto fosse ampliado e inserisse a educação ambiental, com foco para a coleta seletiva, como parte inerente ao projeto. Desse modo, as instituições de ensino privadas e públicas, em todos os níveis, passarão a ter a obrigatoriedade de implantar programas de gerenciamento dos resíduos sólidos, contemplando o lixo eletrônico.

    “A Educação Ambiental deve ser efetuada de forma contínua e permanente seja em caráter formal, envolvendo todos os alunos e comunidades que cercam o ambiente escolar, seja em caráter não-formal, envolvendo a sociedade em um todo, primando assim para a formação de multiplicadores e de cidadãos conscientes e responsáveis social e politicamente, engajados para a formação de uma sociedade realmente democrática”, justificou o parlamentar.

    O substitutivo apresentado pelo deputado Pedro Cunha Lima foi aprovado pelos membros da Comissão de Educação da Câmara Federal. A matéria ainda irá para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e só após será votada em plenário.

    http://www.maispb.com.br/200720/pedro-relata-projeto-que-propoe-coleta-de-lixo-eletronico-nas-escolas.html
  • Comunidades do Maciço do Morro da Cruz vão receber, entre os dias 24 e 31 de outubro, Pontos de Entrega Voluntária (PEV) para coleta de resíduos eletrônicos. A iniciativa é resultado da contribuição da Secretaria Municipal de Habitação e Saneamento Ambiental (SMHSA) à Semana Lixo Zero - Florianópolis, e foi programada a partir do trabalho conjunto da equipe social da Secretaria com a Comcap e a coordenadora nacional do evento, Paula Tonon.

    Entre uma serie de ações propostas, a escolha pela coleta de lixo eletroeletrônico se deu em função da grande quantidade deste tipo de material descartado de forma indevida em diversas regiões do Maciço. "Temos uma expectativa muito grande em relação à adesão dos moradores. Assim como todo resíduo, o lixo eletrônico precisa de um descarte adequado, e esperamos que a resposta seja positiva", explicou Paula.

    Locais de coleta:
    Morro do Horácio: Escola Osvaldo Galupo
    Mariquinha - Creche Cristo Redentor
    Queimada - Igreja São Sebastião
    Mocotó - Galpão de Oportunidade e Geração de Renda
    Santa Vitória - Casa Luterana e Casa modular
    Serrinha - Casa São José

    http://www.portaldailha.com.br/noticias/lernoticia.php?id=39757
  • O que antes era lixo tornou-se um equipamento indispensável para muitos alunos de escolas públicas nos últimos cinco anos, graças à doação da empresa Tempo Telecom, de 54 tipos diferentes de eletrônicos. Os equipamentos foram destinados para uma empresa de tecnologia que faz todos os anos o recondicionamento de computadores que, após seu pleno funcionamento, são doados para escolas públicas. Em cinco anos, o local já recebeu doações de mais de 60 toneladas de lixo eletrônico que foram destinados para as escolas em forma de computadores, impressoras e demais equipamentos de informática e ainda, contribuiu para a preservação do meio ambiente.

    Para continuar funcionando, porém, o centro de recondicionamento precisa receber os equipamentos que muitas empresas depositam no lixo, por não atenderem mais às suas necessidades ou após estragarem. O presidente da Tempo Telecom, Luis Miguel Mendes, explicou que, devido à evolução constante dos eletrônicos, há a necessidade de atualização dos mesmos, que pode não ter utilidade para a empresa, mas, para o centro de recondicionamento, é de grande valia.

    Luis Miguel disse que a empresa tem preocupação com a sustentabilidade e com causas sociais. “É de suma importância a nossa participação. Devido trabalharmos com tecnologia, há uma necessidade constante de investimento em equipamento tecnológico, portanto, ficamos com muitos eletrônicos sem utilização que ao encaminhar para o Centro de Recondicionamento de Computadores, as peçasterão um destino correto e a empresa está colaborando para a inclusão digital de muitos jovens e crianças”, enfatizou.

    O centro foi criado pela Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação da Prefeitura de Anápolis em 2011. O coordenador do lugar, Edimilson Fernandes, explica que de todas as doações que são feitas pelas empresas, apenas 5% é reaproveitado para ser utilizado nas escolas e nos telecentros e o restante recebe um destino correto e sustentável.

    http://www.ohoje.com.br/noticia/cidades/n/125333/t/do-lixo-para-a-escola-publica
  • As medalhas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020 podem ser feitas a partir de smartphones reciclados.

    Desde o início do ano, o posto de coleta de lixo eletrônico da Prefeitura de Vinhedo já arrecadou 3.769,54 kg de televisores, pilhas, celulares, baterias entre outros materiais eletroeletrônicos.

    Os materiais coletados são destinados para descaracterização e reciclagem das partes metálicas e plásticas; o resíduo altamente contaminante, inclusive com metais pesados, é destinado de forma ambientalmente correta, obedecendo ao disposto na Política Nacional, Estadual e Municipal de Resíduos Sólidos.

    A Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo, responsável pela coleta, está localizada na Praça Santana, nº 71, Centro (acesso pela Rua Humberto Pescarini). O horário de atendimento é das 8 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.

    http://www.jornaldevinhedo.com.br/?view=noticia¬icia=14524
  • Pelos últimos levantamentos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, só 724 das mais de 5.500 cidades brasileiras têm algum tipo de coleta de lixo eletrônico, mas que são ineficientes.

    Somando a falta de informação da população com raros lugares para se descartar esses materiais, o lixo eletrônico nem sempre consegue chegar ao seu destino correto. Entre 60 e 90% são comercializados ilegalmente ou descartados no lixo comum, no valor de quase US$ 19 bilhões, de acordo com o último relatório divulgado no ano passado pelo Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP).

    O que pouca gente sabe é que as mesmas mãos que produzem e consomem uma maravilha tecnológica podem reciclá-las e, melhor, sem agredir o meio ambiente. Para garantir a destinação cem por cento correta, a Cimelia Reciclagem, com sede em Campinas, interior de São Paulo, recolhe e separa mensalmente cerca de 200 toneladas de resíduos eletrônicos conhecidos também como e-lixo.

    A empresa envia o material em containers para sua usina localizada em Cingapura, onde o e-lixo passa por um processo de refinagem de 17 metais diferentes: ferrosos, não ferrosos, preciosos e raros extraídos dos resíduos, entre eles platina, prata, cobre e ouro.

    Segundo Ana Cláudia Drugovich, diretora executiva da empresa no Brasil, por meio de tecnologias de poluição livre, a empresa colabora com a preservação do meio ambiente, conservando os recursos naturais.

    "A Cimelia é inovadora na busca constante de novas formas de gerir lixo eletrônico. Esse tipo de reciclagem normalmente é especializado no processamento de frações de materiais, que possuem maior valor agregado. Contudo, o processo ainda está muito concentrado em algumas poucas empresas e regiões para representar uma atividade sustentável. Mas apostamos neste processo", assegura a diretora executiva.

    De acordo com a Ana Cláudia, a Cimelia Reciclagem alimenta uma ampla rede comercial e possibilita rentabilidade a muitas pessoas.

    "Estamos falando da verdadeira reciclagem e não de reuso que pode manter um mercado negro, amplamente ilegal e que incentiva trabalho escravo e a contravenção. O impacto do tipo reciclagem que fazemos não é apenas ambiental, mas também econômico, pois poupa energia elétrica e recursos naturais", explica.

    https://noticias.terra.com.br/dino/em-meio-ao-crescimento-da-venda-de-eletronicos-descarte-do-e-lixo-e-um-grave-problema-mas-sua-gestao-pode-virar-um-bom-negocio,fca3186f5f2c4370a6579e84ba6c74e26cip1bpl.html
  • Neste sábado (15), uma ação irá recolher lixo eletrônico em (SP). A campanha para dar destinação correta ao material será realizada das 10 às 17 horas em um shopping da cidade. De acordo com os organizadores serão recolhidos aparelhos eletroeletrônicos de todos os tipos.

    “Só não poderão ser recebidas baterias e pilhas. Mas, vamos recolher todo tipo de eletroeletrônicos como computadores, teclados, celulares, micro-ondas, videocassete, ferro elétrico. Tudo que a pessoa não usa mais e fica entulhado em casa”, explica Luiz Carlos de Souza, gerente do shopping. A ação é uma parceria com a ONG E-Lixo de Londrina (PR) que dá destinação correta do material.

    “Eles vendem para as empresas que fazem a reciclagem desse material e com esse dinheiro empregam 15 pessoas que também trabalham na recuperação desses equipamentos que, recuperados, são doados para entidades assistenciais”, completa o gerente. O ponto de coleta será no piso 1 do shopping na entrada pela Rua Smith de Vasconcelos.

    http://www.jornalfloripa.com.br/noticia.php?id=724107
  • Em parceria com a cooperativa Recicla Butantã, a Vila oferece uma semana inteira com exposições, coleta de lixo eletroeletrônico, oficinas e passeio ciclístico

    São Paulo, outubro 2016 – A Vila Butantan, centro de compras que vai à contramão do tradicional conceito de shopping center e reúne à céu aberto lojas, serviços, gastronomia e muita atividade cultural alocados em contêineres marítimos reciclados, promove durante a semana de 24 a 30 de outubro uma programação especial sobre reciclagem. Em parceria com a cooperativa Recicla Butantã, exposições, coleta de lixo eletrônico, oficinas e um passeio ciclístico fazem parte da programação.

    A preocupação na questão de sustentabilidade está presente na base de construção do espaço: em todos os containers há telhado verde para contribuir na diminuição da poluição ambiental, ampliação do conforto acústico e térmico na parte interna do mesmo, além do aumento da umidade e qualidade do ar nas áreas próximas ao local. Nas áreas comuns, há as caçambas verdes, que recriam o ambiente de vegetação da Mata Atlântica, nativa da região, integrando o urbano e a construção com a natureza. Em parceria com a Recicla Butantã, parte do lixo é reciclado e o impacto ambiental é minimizado.

    O óleo usado nos food trucks e restaurantes é transformado em sabão, por exemplo. Durante o Recicla Vila Butantan acontecerá uma exposição do fotógrafo Marcos Amaral de Moares sobre a cooperativa e também uma exposição de objetos reciclados feitos pela cooperativa. Além disso, terá uma coleta de lixo eletroeletrônico e uma lixeira interativa.

    Completando a programação, oficinas de reciclagem:
    • Terça, 25/10, das 15h às 18h: Oficina do Alimento Integral com Geruza Sultanum e participação do Coletivo de Gastronomia do Projeto Arrastão
    • Quarta, 26/10, a partir do meio dia: Montagem da Árvore de Natal com garrafas Pet junto com o Coletivo de Arte do Projeto Arrastão
    • Quinta, 27/10, das 12h às 14h: Oficina de Pufes de Garrafa Pet com André do Projeto Arrastão
    • Sexta, 28/10, das 11h às 13h e das 14 às 16h: Decorando sua casa com uma segunda chance aos vidros usados com Flavia Figueira e apoio da Flok

    http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,870852,Vila_Butantan_promove_semana_sobre_reciclagem_em_outubro,870852,5.htm
  • As medalhas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020 podem ser feitas a partir de smartphones reciclados.

    A palavra do século XXI é sustentabilidade. O consumo sustentável é, talvez, o principal desafio da humanidade para os próximos anos. Com mais de 650 mil toneladas de lixo eletrônico produzidas por ano, o Japão pode ter encontrado uma utilidade para esses produtos descartados. As medalhas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020 podem ser feitas a partir de smartphones reciclados.

    O país asiático não é uma grande fonte de recursos naturais. Assim, os japoneses teriam que investir um bom dinheiro na importação de metais preciosos como ouro e prata para produzir as medalhas olímpicas.

    Porém, o país, conhecido por ser um dos grandes expoentes na produção de produtos tecnológicos, vai investir na reciclagem para economizar. Em 2014, o Japão conseguiu recuperar 143 quilos de ouro, 1566 quilos de prata e mais de mil toneladas de cobre com a reciclagem de resíduos tecnológicos.

    A medida pode ter inspiração nas medalhas da Rio 2016. De acordo com o Comitê Organizador Rio 2016, as medalhas entregues aos campeões no Brasil foram as primeiras na história produzidas de forma sustentável. Mais de um terço da prata utilizada para a produção delas foi usada a partir da reciclagem de espelhos e janelas de carro e o cobre veio de equipamentos inutilizados da Casa da Moeda.

    De acordo com o Comitê Olímpico Internacional, as medalhas de ouro devem conter, pelo menos, seis gramas de ouro. As medalhas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro tiveram sua constituição formadas 92,5% por prata, 6,16% por cobre e apenas 1,34% por ouro.

    FONTES:
    http://sobreisso.com/2016/08/24/medalhas-das-olimpiadas-de-toquio-podem-ser-feitas-de-smartphones-reciclados/

  • A “mina urbana” do país

    Para as Olimpíadas de Londres em 2012, 9.6 kg de ouro, 1,210 kg de prata e 700 kg de cobre (componente primário do bronze) foram usados para produzir as medalhas. Em comparação, a quantidade de metais precisos recuperados de pequenos aparelhos eletrônicos descartados no Japão em 2014 incluíram 143 kg de ouro, 1,566 kg de prata e 1,112 toneladas de cobre.

    Enquanto o Japão seja pobre em recursos naturais, sua “mina” de ouro e prata contida em pequenos aparelhos eletrônicos é equivalente a 16% e 22% do total das reservas mundiais, respectivamente – ultrapassando as reservas de qualquer nação abundante em recursos naturais. Geralmente, as cidades que abrigam as olimpíadas conseguem metais para produzir medalhas ao pedir por doações de empresas de mineração.

    A ideia de usar eletrônicos reciclados para produzir as medalhas

    A ideia de usar eletrônicos reciclados para produzir as medalhas foi discutida em junho durante uma reunião em Tóquio para considerar as “propostas de cooperação para o plano de operação Tóquio 2020”, dê olho em um “futuro sustentável”. Dentre os participantes da reunião estavam representantes do Comitê Olímpico de Tóquio, o Ministério do Meio Ambiente e o Governo Metropolitano de Tóquio, assim como executivos da empresa de telefonia móvel NTT DoCoMo, a empresa de metais preciosos Tanaka Kinzoku Kogyo e firmas de reciclagem.

    O desafio de coleta

    De acordo com o Nikkei, enquanto cerca de 650,000 toneladas de pequenos aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos sejam descartados no Japão anualmente, estima-se que menos de 100,000 toneladas sejam coletadas sob um sistema baseado na lei de reciclagem de pequenos aparelhos. Além disso, grande parte dos metais que são recuperados já está sendo reutilizada para fabricar novos eletrônicos. A prata, em particular, enfrenta um aperto na oferta e procura, tornando-se incerto se poderá ser obtida em quantidade suficiente para produzir as medalhas olímpicas.

    FONTES:
    http://www.portalmie.com/atualidade/noticias-do-japao/sociedade-2/2016/08/medalhas-olimpicas-de-toquio-serao-feitas-de-lixo-eletronico/

  • Rafael dos Santos Silva bate recorde ao criar maquete com 1.867 peças de computador / Foto: Arquivo recordista Preocupado com o problema global de lixo eletrônico, o estudante de Arquitetura e Urbanismo de Belo Horizonte (MG), Rafael dos Santos Silva teve uma ideia que se transformou em recorde. Ele construiu a Maquete com maior número de peças de computador, entrando para o RankBrasil em 2016.

    São 1.867 itens, entre processadores, HD, leitor de CD/DVD, CDs, slots, disquetes, placa mãe, CPU, placas (de vídeo, de rede, de som), pente de memória RAM e outros. De acordo com o recordista, a matéria-prima utilizada foi obtida em lojas de informática e também com amigos que são técnicos. Medindo 270 cm por 130 cm, a maquete traz cidades com prédios, indústria, subestação de energia, árvores, aeroporto, pirâmides, entre outras construções. Além de partes de computador, Rafael utilizou mais 73 peças recicláveis como papelão, tiras de papel e restos de insulfilm.

    Segundo o estudante foram sete meses de trabalho. “Quatro para reciclar e desmontar toda minha sucata e três dedicados à montagem dos prédios e desenvolvimento da maquete”. Ele conta que o processo resultou em desgaste físico e mental, uma vez que perdeu várias noites de sono. “Foi preciso muita dedicação na fase final: 12 horas por dia, durante uma semana”, lembra. A ideia de construir a maquete surgiu em janeiro deste ano. “Estava ouvindo música no computador e em cima da mesa tinha um dissipador e um pente de memória RAM. Fiquei olhando e imaginei um prédio”, conta. Então ele fez cinco prédios e os agrupou. “Achei bem legal e decidi criar uma cidade aliando arquitetura com arte”, destaca.

    Apesar de cursar Arquitetura e Urbanismo, Rafael tem conhecimento na área da informática e também se preocupa com o meio ambiente. Conforme o recordista, a maquete foi criada pensando no lixo eletrônico acumulado devido aos avanços tecnológicos. “Dediquei-me intensamente a este projeto, abrindo mão de outros afazeres”. Para o mineiro, o reconhecimento do RankBrasil é primeiramente um sonho que está se realizando. “É um título que vai acrescentar muito na minha vida e uma grande felicidade poder compartilhar este recorde com todos (familiares e amigos) que me apoiaram desde o início”, ressalta.

    http://www.rankbrasil.com.br/Recordes/Materias/0xEg/Maquete_Com_Maior_Numero_De_Pecas_De_Computador
  • O Sinctronics, Centro de Inovação em Sustentabilidade, empresa especializada em logística reversa da cadeia de eletroeletrônicos, recebe na próxima sexta-feira, 26, equipamentos eletrônicos em desuso, como computadores, celulares e tablets, além de cartuchos, toners e impressoras. Após desmontados e destruídos, os componentes retornarão à indústria como matéria-prima para produção de novos aparelhos.

    A iniciativa acontece durante a 6ª edição da Virada Sustentável, que nesse ano tem como tema os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

    Segundo o Sinctronics, uma van da empresa vai coletar os materiais das 9h às 13h30, na Universidade de São Paulo, em frente ao auditório 5 da Faculdade de Economia e Administração (FEA-USP).

    No mesmo dia acontece um painel sobre a Economia Circular, que promove a redução, reciclagem e reuso de materiais.

    Participam do debate às 11h30, Carlos Ohde, diretor geral do Sinctronics, Paloma Cavalcanti, gerente de Sustentabilidade da HP; João Redondo, diretor de Sustentabilidade da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE); e Paulo Pompilio, diretor de Relações Corporativas do Grupo Pão de Açúcar.

    A Virada Sustentável debaterá o uso eficiente de recursos naturais e o processo de reciclagem e reuso como parte do objetivo de assegurar o consumo e produção responsáveis. Resíduos eletroeletrônicos são os que demandam maior atenção por conta da alta geração de aparelhos descartados e de sua toxicidade, além do potencial de reaproveitamento total de materiais como plástico e metais.

    FONTES:
    http://idgnow.com.br/internet/2016/08/24/lixo-eletronico-podera-ser-descartado-durante-virada-sustentavel-em-sp/

  • A sede da Cimelia Reciclagem no Brasil, localizada em Campinas, interior de São Paulo, registrou 20% de aumento no recebimento de lixo eletrônico no mês de junho. Foram 240 toneladas de resíduos eletrônicos, conhecidos também como e-lixo, que foram colocados em containers e enviados para a matriz da empresa, em Cingapura, onde passarão por um processo de refinagem de 17 metais diferentes: ferrosos, não ferrosos, preciosos e raros extraídos dos resíduos, entre eles platina, prata, cobre e ouro. “O número elevado de recolhimento deve-se aos fechamentos e balanços financeiros que as empresas realizam neste período do ano. É o momento de descarte e de renovação também”, explica a diretora executiva da empresa no Brasil, Ana Cláudia Drugovich.

    Em Campinas, acontece o primeiro passo do processo de reciclagem da Cimelia: serviços de separação, prévia descaracterização dos equipamentos, laudos de destruição e garantia de que os equipamentos não serão reutilizados, aterrados ou incinerados de maneira inadequada e, principalmente, não haverá a reutilização de partes e componentes no mercado paralelo. “Somos inovadores na busca constante novas formas de gerir lixo eletrônico”, diz Ana Cláudia. A matriz, em Cingapura, conta com a maior usina de reciclagem de alta complexidade do mundo e trabalha em parceria com companhias multinacionais – a maioria de informática e telecomunicações – que encaminham o lixo eletrônico para pontos de coleta espalhados por países da Ásia, Oceania, Europa e América, incluindo o Brasil, na sede em Campinas. Então, a maior parte do lixo coletado vem das grandes empresas. Embora a Cimelia trabalhe com o mercado corporativo, a empresa também possibilita que o descarte correto do e-lixo seja feito pelo usuário comum. Para isso, basta encaminhar os materiais para as sedes da empresa e “fazer negócio”. A Cimelia recebe, avalia o material, faz a pesagem e reembolsa o usuário. “ Isto faz parte da estratégia global de sustentabilidade e de combate ao reuso inadequado dos componentes eletrônicos”, aponta. Segundo ela, em todas as frentes, por meio de tecnologias de poluição livre, a Cimelia colabora com a preservação do meio ambiente, conservando os recursos naturais.

    Entre 60 e 90% dos chamados lixos eletrônicos são comercializados ilegalmente ou descartados no lixo comum, no valor de quase US$ 19 bilhões, de acordo com um relatório divulgado o ano passado pelo Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP). O que pouca gente sabe é que as mesmas mãos que produzem e consomem uma maravilha tecnológica é a mesma que pode reciclá-las e, melhor, sem agredir o meio ambiente. Esse tipo de reciclagem normalmente é especializado no processamento de frações de materiais, que possuem maior valor agregado. Contudo, o processo ainda está muito concentrado em algumas poucas empresas e regiões para representar uma atividade sustentável. Mas a Cimelia Reciclagem aposta neste processo. “Alimentamos uma ampla rede comercial e possibilitamos rentabilidade a muitas pessoas. Estamos falando da verdadeira reciclagem e não de reuso que pode alimentar um mercado negro, amplamente ilegal e que alimenta trabalho escravo e contravenção. O impacto do tipo reciclagem que fazemos não é apenas ambiental, mas também econômico, economizam energia elétrica e recursos naturais”, explica Ana Claudia.Ter uma vida conectada exige tecnologia e aparelhos modernos, que no dia a dia vão ficando obsoletos. A cada passo do ‘relógio tecnológico’ de qualquer equipamento que leve ao mundo virtual, o novo vira velho, que vira lixo e, muito perigoso de ser manuseado. Na contramão da inovação, o descarte e reciclagem de eletrônicos no Brasil são ineficientes e o destino desses resíduos é um problema.

    Pelos últimos levantamentos do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, só 724 das mais de 5.500 cidades brasileiras têm algum tipo de coleta de lixo eletrônico, mas que são ineficientes. E não é por falta de lei, pois há seis anos foi lançada a Política Nacional de Resíduos Sólidos que prevê a implantação da logística reversa, em que importadores, fabricantes, distribuidores, comerciantes e consumidores devem promover a coleta e a destinação correta de uma série de produtos. Porém, não são suficientes para o desafio do acúmulo deste material que é extremamente nocivo ao meio ambiente se descartado incorretamente.

    Segundo os últimos dados divulgados pela Organização das Nações Unidas a cada ano, a indústria eletrônica – um dos maiores do mundo e mais rápido crescimento – gera até 41 milhões de toneladas de lixo eletrônico de bens como computadores e telefones inteligentes. O Brasil já está entre os maiores de produtores de e-lixo, no mundo, totalizando 1,4 milhão de tonelada por ano, ou aproximadamente 7 kg por habitante. Previsões dizem que o número pode chegar a 50 milhões de toneladas já em 2017.

    FONTES:
    http://www.segs.com.br/info-ti/27166-lixo-eletronico-no-mundo-pode-chegar-a-50-milhoes-de-toneladas-por-ano.html